Segundo corpo: Nilton Moreira.

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Causa muita admiração nas pessoas o fato de objetos se movimentarem sozinhos, serem arremessadas pedras, móveis estalarem, copos e xícaras se quebrarem sem ter pessoa por perto, mas isso é comum, apesar de algumas crenças não explicar e dizer que é acaso, mas sabemos existir grande influência do mundo espiritual no plano físico.

Se cremos que os que partiram continuam vivos em outra dimensão e que podem então comunicarem-se entre si na dimensão que se encontram por continuarem vivos, porque não vão querer comunicarem-se conosco? Porque tal fato não aconteceria? O nosso mundo com os do que se foram se misturam! Isso é bom, pois pessoas que amamos podem estar a nossa volta nos intuindo e ajudando!

Claro que por outro lado inimigos podem nos prejudicar, daí ser importante nos harmonizarmos e perdoarmos sempre que possível aqueles que nos prejudicaram, atraindo assim bons amigos espirituais.

Mas o movimento de objetos só se faz possível em razão de que a partir do nosso passamento utilizamos um segundo corpo, este sutil, fluídico, chamado de astral, perispírito, com o qual o espírito liberto da carne utiliza. É com esse corpo astral que mantemos contatos com outros que estão na mesma condição na espiritualidade, muito comum quando estamos dormindo.

Com esse corpo na condição de desencarnado nos locomovemos e nos apresentamos nos mais diversos locais na espiritualidade e procedemos aos fenômenos de efeitos físicos que acontece. Unindo o pensamento que é pulsante no desencarnado, com a energia que é fornecida involuntariamente pelo médium, o espírito consegue manipular abjetos, quebrá-los e até transportá-los de lugar, o que pode acontecer no nosso lar ou em qualquer local, bastando que exista uma pessoa com mediunidade nas proximidades que forneça a energia vital.

Não existe nada de patológico nisso, nem milagre! O magnetismo existe desde os primórdios e foi bem estudado por ocasião das mesas girantes pelo matemático e filósofo Kardec.

O segundo corpo é uma cópia do corpo carnal. Por isso muitas pessoas que tem membros amputados dizem continuar sentindo a perna, braço ou dedo que não existe mais materialmente, mas continua ali fluidicamente. Por isso a necessidade do estudo sobre o assunto, visando nos esclarecer cada vez mais.